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Ministro das Cidades defende austeridade e elenca projetos para os municípios do PR

O ministro das Cidades, Bruno Araújo, defendeu na quinta-feira (1), a necessidade de uma gestão austera dos gastos públicos para colocar as contas dos municípios e estados em dia. Ele foi um dos convidados do Encontro de Prefeitas e Prefeitos Eleitos – Gestão 2017/2020, que o governo do Estado e o Sebrae Paraná realizaram em Foz do Iguaçu, e fez palestra com o tema Gestão urbana: desafios e soluções para os municípios. Araújo citou o exemplo do ajuste fiscal promovido pelo governo do Paraná para enfrentar a crise econômica nacional e garantir investimentos no Estado. “Um exemplo de excelência em gestão e compromisso com as contas públicas saiu daqui do Paraná. O governador Beto Richa mostrou ao Brasil como se preparar para um momento de crise. Austeridade também foi o maior recado das urnas nas eleições municipais. Os eleitores escolheram aqueles que prometeram rigor com o uso do dinheiro público”, afirmou. PROGRAMAS O ministro também apresentou aos prefeitos eleitos os projetos que o Ministério das Cidades irá desenvolver junto aos municípios, nas áreas de mobilidade, urbanismo, habitação e saneamento, em 2017. O maior destaque é na habitação, com a previsão de iniciar, no ano que vem, a construção de mais de 600 mil residências, em todo o Brasil, pelo programa Minha Casa Minha Vida. Outro programa Cartão Reforma, lançado no início do mês pelo presidente Michel Temer, que irá beneficiar milhões de famílias de baixa renda que já têm casa própria, mas precisam fazer melhorias em suas residências. “O Paraná terá a oportunidade de melhorar a qualidade de vida de milhares de famílias. Vamos elevar o padrão de qualidade de muitas residências que estão em situação precária”, disse o ministro. Ainda na área da habitação, Bruno Araújo informou que o governo federal está prestes a publicar uma medida provisória para acelerar a emissão de títulos de propriedade. “Vamos enfrentar a burocracia da legislação com o objetivo de regularizar todas as áreas que não sejam passíveis de risco”.