Cidades

Leonaldo Paranhos: reconheço no Ratinho Junior um governador de visão moderna, arrojado e eficiente

O prefeito de Cascavel, Leonaldo Paranhos, tem adotado uma gestão moderna e eficiente dos recursos públicos. Desde 2017, quando assumiu o primeiro mandato, diversas políticas públicas foram desenvolvidas para manter a boa saúde financeira do município e criar condições de melhorias para a cidade e o interior, resgatando, assim, a confiança da população e de investidores. Todo esse trabalho foi preponderante para que os compromissos com servidores, credores e com a qualidade da prestação de serviços à população fossem cumpridos e o levasse ao segundo mandato, com uma votação histórica no município - 72% dos votos válidos.
Obras estão sendo executadas nos quatro cantos do município, que vem passando por uma grande transformação com os programas de investimentos “Cascavel Avança e Avançar Mais”. Agora, vem o “Avançar Mais 2”, que consolida o novo modelo de gestão que posicionou o planejamento da cidade como  4ª Melhor do Brasil. “Cascavel continuará sendo referência para o Brasil com os programas que vamos implantar a partir dessa segunda fase do Avançar Mais. Hoje, somos reconhecidos como a quarta melhor cidade do Brasil em mobilidade e temos uma meta a ser cumprida. Essa meta é ser a primeira cidade do Brasil em mobilidade, sustentabilidade e outras áreas. Um programa de governo para ser bom precisa ir ao encontro das necessidades das pessoas. É isso que estamos fazendo e, por isso, Cascavel tem se destacado e servido de modelo para outras cidades e até estados”, afirmou Paranhos.
Um governo horizontal
O prefeito Leonaldo Paranhos diz que Cascavel evoluiu dentro do conceito de cidades inteligentes, de forma horizontal. Ele destaca, por exemplo, as ruas que foram revitalizadas e transformadas em avenidas. “Com planejamento, nós fizemos 22 avenidas que eram necessárias. Por exemplo, com a reforma e revitalização da Avenida Tito Mufatto, depois da execução da obra, já foram liberados mais 26 novos alvarás, porque criou-se a condição para a instalação de novos empreendimentos. Eu quero entregar Cascavel melhor do que eu recebi, não porque os outros não fizeram melhor, porque eu tinha que fazer a minha parte”, ressaltou.
Mas não são apenas as novas avenidas que levaram a cidade a se destacar no país. Novo aeroporto, modernas escolas, pontos de ônibus com estações cobertas, parques lineares, construção de unidades de saúde com estruturas que vão além do que preconiza o Ministério da Saúde, estradas rurais pavimentadas, entre outras obras elevam a qualidade de vida da população. “Nós fomos premiados na Saúde, na Educação, na eficiência, no desenvolvimento e na transparência. É um governo horizontal, porque foi feito o aeroporto, que é um dos melhores aeroportos do interior do País, mas não deixamos de fazer o parque, o centro de educação, a estrada rural e assim por diante. Eu acho que o êxito é isso. Primeiro um governo de muita clareza, assumindo nossas deficiências, olhando para o cidadão, vendo os problemas, pedindo prazos, dizer que vai ser feito e fazer, porque se não, perdemos a nossa credibilidade. Quando o governo é franco, transparente, chega-se a excelentes resultados”, enalteceu Paranhos.
Visão de futuro e determinação
Paranhos tem administrado Cascavel para o futuro, solucionando gargalos e investindo na infraestrutura do município. Além disso, com determinação, trabalha para tornar a cidade em um dos melhores lugares para se viver, investir, criar e educar os filhos e envelhecer. 
Prova disso, é a sua recente viagem aos Emirados Árabes, onde Cascavel esteve representada na maior feira de negócios do mundo, a Expo Dubai. Paranhos, que custeou suas despesas com dinheiro do próprio bolso, representou o município e a Associação dos Municípios do Oeste do Paraná (Amop), elevando o nome da região e mostrando as potencialidades de Cascavel para 192 países que participaram do evento. “Como representante do município de Cascavel e da Associação dos Municípios do Oeste do Paraná (Amop), onde sou presidente da entidade, eu poderia recorrer a ferramenta das despesas pagas pelo poder público, mas eu não gosto de dar muitas justificativas, eu gosto de dar notícias positivas. Eu fui representar o município, mas tive a oportunidade de conhecer o escritório mundial do negócio que é Dubai, então assim, eu gosto muito de otimizar o meu tempo, perder tempo dando justificativas é muito ruim e eu sei que o papel da oposição e, de uma certa forma, da população, cobra isso dos políticos. Dessa forma, eu resolvi fazer isso, não vai resolver o meu problema financeiro, não vai me deixar mais pobre e nem mais rico, mas me dá essa credibilidade junto à população em dizer: eu fui com meu recurso, fiz o meu trabalho como prefeito e eu acho que foi uma decisão acertada”, salientou.
Resultados da Expo Dubai
Em Dubai, Paranhos teve a oportunidade de detalhar os números da produção da agricultura, pecuária e outros segmentos da economia, como o turismo, por exemplo. “A viagem foi muito produtiva, eu abri portas para o Oeste do Paraná, fazendo com que a gente deixasse referência nos produtos que vendemos e, com isso, fazer com que vendamos mais. Mas, por que precisamos vender mais? Vendendo mais, expandiremos a nossa estrutura e com iremos gerar mais empregos. Nós já estamos produzindo na nossa capacidade, mas se a gente fechar novos contratos com esse novo mercado, vai ter que ter o turno noturno, vai ter que ter mais pessoas sendo empregadas e esse é o desafio do poder público, gerar qualidade de vida e emprego, gerar qualidade de vida e independência financeira para as pessoas”, disse o prefeito.
Projetos políticos
Em entrevista ao jornal A Voz do Paraná, Paranhos destaca que pode disputar uma vaga no Senado ou a indicação para vice-governador na chapa do governador Ratinho Junior, nas eleições de 2022. “São duas opções que me movem a representar Cascavel e o Paraná. Mas não tomarei nenhuma decisão que não venha ao encontro do meu compromisso com a cidade de Cascavel. Quando eu digo isso, muitos me questionam: mas, então, por que não permanecer prefeito de Cascavel? Essa é a prioridade, mas também há a possibilidade de ser vice-governador, até porque, eu não vou disputar a eleição contra o Ratinho Junior, que é meu amigo, e eu reconheço nele um governo eficiente, progressista, de visão e desenvolvimento para o Paraná. Além da amizade, administrativamente falando, acredito que ele é a melhor opção. Não disputarei jamais a eleição contra ele”, ponderou Paranhos, enaltecendo que “ser vice me daria a condição de continuar representado a cidade em uma esfera estadual e sem prejudicar as outras regiões. É claro que a minha presença no Estado garante uma cadeira dentro do governo, representando a nossa região. É preciso explicar isso, eu não sou de ocupar espaço com o cotovelo, eu ocupo espaço com a palma da minha mão. Se houver uma movimentação política, se o cenário atual exigir movimentações, o meu nome está à disposição”.
Satisfação
Questionado sobre sua realização em ser prefeito de Cascavel, Paranhos diz que está “muito feliz, eu tinha sonho de ser prefeito e, neste tempo, eu aprendi que o improviso é muito perigoso, então, eu quis ser presidente de bairro, vereador, vice-prefeito e deputado, eu quis me preparar para fazer um bom trabalho. Eu lembro que lá atrás, em 2016, as pessoas falavam: o Paranhos vai ganhar as eleições, mas eu tenho um pouco de medo da gestão, o Paranhos nunca dirigiu uma prefeitura, mas, claro, que no primeiro mandato não se tem experiência, mas antes de assumir eu fui me preparar, fazer faculdade de gestão pública, conhecer outras realidades do Brasil, porque me cobro muito para não frustrar as pessoas. Esse cuidado deu certo. É o mesmo que pegar um carro veloz, você não vai meter o pé no acelerador sem critérios e, graças a Deus, isso deu certo. Eu estou muito feliz”. 
Leia, a seguir, a íntegra da entrevista:

Jornal A Voz do Paraná: Você acaba de voltar de uma missão à Dubai e teve sua viagem custeada pelo próprio bolso. Qual o balanço que você faz da viagem e por que decidiu bancar a usa viagem?
Leonaldo Paranhos:
Como representante do município de Cascavel e da Associação dos Municípios do Oeste do Paraná (Amop), onde sou presidente da entidade, eu poderia recorrer a essa ferramenta das despesas pagas pelo poder público, mas eu não gosto de dar muitas justificativas, eu gosto de dar notícias positivas. Eu fui representar o município, mas tive a oportunidade de conhecer o escritório mundial do negócio que é Dubai, então assim, eu gosto muito de otimizar o meu tempo, perder tempo dando justificativas é muito ruim e eu sei que o papel da oposição e, de uma certa forma, da população, cobra isso dos políticos. Dessa forma, eu resolvi fazer isso, não vai resolver o meu problema financeiro, não vai me deixar mais pobre e nem mais rico, mas me dá essa credibilidade junto à população em dizer: eu fui com meu recurso, fiz o meu trabalho como prefeito e eu acho que foi uma decisão acertada. Não quero aqui julgar nem um prefeito que usou a ferramenta da diária e das despesas pagas, que é um direito, mas eu prefiro gastar o meu tempo anunciando as conquistas de Dubai, do que dando justificativas. A viagem foi muito produtiva, eu abri portas para o Oeste do Paraná, fazendo com que a gente deixasse referência nos produtos que vendemos e, com isso, fazer com que vendamos mais. Mas, por que precisamos vender mais? Vendendo mais, expandiremos a nossa estrutura e com iremos gerar mais empregos. Nós já estamos produzindo na nossa capacidade, mas se a gente fechar novos contratos com esse novo mercado, vai ter que ter o turno noturno, vai ter que ter mais pessoas sendo empregadas e esse é o desafio do poder público, gerar qualidade de vida e emprego, gerar qualidade de vida e independência financeira para as pessoas. 

Jornal A Voz do Paraná: Esse foi o resultado? O governo do Estado, por sua vez, ofereceu apoio às tratativas cascavelenses?
Paranhos:
Esse foi o resultado prático. Nós tivemos rodadas de negócio, lá estavam 192 países e é bom dizer que não vamos vender para Dubai, a cidade foi apenas a sede da feira, que prossegue até março, que demonstra que é uma feira grandiosa, são 192 países estabelecidos e apresentando o que acontece em cada país, suas virtudes e suas necessidades. Por exemplo: Dubai tem dinheiro, combustível, petróleo, mas, não tem soja, trigo, bovino e suíno (que é uma carne que eles não consomem), mas eles compram para vender para a China e Europa. Eu fui lá dizer: nós temos produção, nós temos qualidade. Eu não fui com a cabeça para baixo, eu fui olhando no mesmo nível. Nós queremos aumentar o número de produtos que nós vendemos, tanto é que vou passar à Associação Comercial e Industrial de Cascavel (Acic), às cooperativas e ao setor produtivo, o relatório e os contatos. Deixamos um escritório aberto em parceria com o governo do Estado, com pessoas técnicas que tiram a burocracia, porque não é só colocar o produto no avião e levar, tem as barreiras técnicas, o tipo de produto que eles querem comprar e isso tem um processo alfandegário que precisa ser resolvido. Eu voltei muito feliz com a oportunidade. Consegui falar da nossa cidade, da nossa potencialidade, daquilo que nós estamos fazendo e também disse a eles que queremos investimentos. Eles têm interesse em investir no Paraná, em nossa infraestrutura e isso ajuda até em questões logísticas. Eu voltei com a sensação de que cumpri minha parte, dei minha ajuda, não dei prejuízo ao poder público e, muito pelo contrário, tenho informações e relacionamentos com árabes e brasileiros que moram lá e que, hoje, podem atender às nossas demandas.

Jornal A Voz do Paraná: Os resultados da viagem devem ter sequência com desdobramentos em negociações dos produtos do Oeste?
Paranhos:
Com certeza! Um resultado positivo e que terá sequência, até porque, nossos produtos são consumidos pelo mundo inteiro e a Expo Dubai é um trampolim para ampliarmos essas negociações com abertura de novas frentes, novos interessados em nossos produtos.

Jornal A Voz do Paraná: Quais são os seus projetos políticos a partir de agora?
Paranhos:
Estamos próximo à uma eleição estadual, em 2022, e existe uma especulação de uma possível participação nossa, mas não tomarei nenhuma decisão que não venha ao encontro do meu compromisso com a cidade de Cascavel. Quando eu digo isso, muitos me questionam: mas, então, por que não permanecer prefeito de Cascavel? Essa é a prioridade, mas também há a possibilidade de ser vice-governador, até porque, eu não vou disputar a eleição contra o Ratinho Junior, que é meu amigo, e eu reconheço nele um governo eficiente, progressista, de visão e desenvolvimento para o Paraná. Além da amizade, administrativamente falando, acredito que ele é a melhor opção. Não disputarei jamais a eleição contra ele. Muitos também questionam: mas, você pode ser o vice? Ser vice me daria a condição de continuar representado a cidade em uma esfera estadual e sem prejudicar as outras regiões. É claro que a minha presença no Estado garante uma cadeira dentro do governo, representando a nossa região. É preciso explicar isso, eu não sou de ocupar espaço com o cotovelo, eu ocupo espaço com a palma da minha mão, mas o que significa isso? Significa empurrar as minhas lideranças com a palma da minha mão. Eu não quero o espaço do Ratinho, eu quero empurrar ele para a presidência da República, o nosso vice-governador, Darci Piana, que é um homem importante para o nosso Estado, não quero brigar com ele jamais, tirando ele do cargo com os cotovelos, agora, se houver uma movimentação política, se o cenário atual exigir movimentações, o meu nome está à disposição. Em resumo, primeiramente, eu estou à disposição da minha cidade que me deu 72% dos votos, qualquer movimentação que possa acrescentar a minha musculatura, eu aceito. Do contrário, eu fico onde estou com muito amor e disposição, que é isso que me motivou a ser prefeito da nossa cidade e a cumprir o mandato. Neste universo, também temos o Senado para pleitear.

Jornal A Voz do Paraná: Você tem uma musculatura política muito grande e que foi conquistada com muito trabalho, mesmo que, no seu primeiro governo você estivesse iniciando sua trajetória no Executivo, dava para notar que você já tinha uma experiência muito grande e com isso realizou um mandato de avanços para Cascavel, o que lhe garantiu uma alta popularidade e uma votação histórica. Ao que você atribui isso?
Paranhos:
Eu acredito que a dedicação, pois estou fazendo algo que é o que eu mais gosto na vida: fazer política, resolver problemas, alcançar soluções, então, fazendo o que se gosta e com amor é fácil atingir bons resultados. Agora, se eu estivesse fazendo o que eu não gosto, talvez eu não teria dedicação. Na prefeitura, isso é um pouco delicado, de certa forma, porque trabalhamos com sonhos, são obras que transformam vidas, mas, então, qual obra fazer? A obra boa é a que encontra a necessidade, qual é a melhor, o aeroporto ou o abrigo de ônibus? Os dois, quem usa o ônibus durante todos os dias precisa do abrigo, da calçada bem feita. A Avenida Gralha Azul, do Guarujá, não é tão importante para o morador do Floresta. Importante para o morador do Floresta é a Avenida Papagaios. Esse prêmio que nós recebemos do Grupo Bandeirantes foi uma consolidação do nosso trabalho e daquilo que eu falo todas as segundas-feiras para os nossos secretários, que é um governo horizontal. Nós fomos premiados na Saúde, na Educação, na eficiência, no desenvolvimento e na transparência. É um governo horizontal, porque foi feito o aeroporto, que é um dos melhores aeroportos do interior do País, mas não deixamos de fazer o parque, o centro de educação, a estrada rural e assim por diante. Eu acho que o êxito é isso. Primeiro um governo de muita clareza, assumindo nossas deficiências, olhando para o cidadão, vendo os problemas, pedindo prazos, dizer que vai ser feito e fazer, porque se não, perdemos a nossa credibilidade. Quando o governo é franco, transparente, chega-se a excelentes resultados. Diante dessa chuva que deu recentemente, com buracos abertos, estradas rurais com dificuldades, eu falei: temos duas opções, ou ficarmos nos lamentando ou resolver o problema. Temos que comemorar a chuva que veio e atender aos que foram afetados por ela, resolver o assunto e ir para o próximo desafio.
Jornal A Voz do Paraná: Um dos principais pontos positivos da sua gestão foi o fato de você não ter tido escândalos de corrupção e isso fez com que se transformasse para a população em uma pessoa de credibilidade. Como você avalia esse cenário?
Paranhos:
Esse tema é um dos que eu mais tinha medo, quando eu assumi em 2017, tanto que criei uma Secretaria de Combate à Corrupção e ao Desperdício do Dinheiro Público. Isso também tem um efeito psicológico para quem está dentro da administração pública, é um sinal para quem está de fora e tenta fazer corrupção. O mesmo vale para desperdício, luz ligada, uso desnecessário de combustível, entre vários outros que, hoje, são constantemente vistoriados. Você sabe que em torno da prefeitura há interesses e tem interesses escusos. Eu já tenho um recado, não venha para o lado da nossa administração. Não há nada que tire mais musculatura e força de governo do que insinuações de corrupção, você perde tempo, fica fragilizado, perde a confiança da população. Antes de entrar, eu tinha muito medo, porque qualquer suspeita você já perde a confiança da população e não é fácil administrar um bilhão e meio de reais. A gente faz gestão, cria as secretarias e isso deu muito certo, porque, hoje, temos um trabalho de combate à corrupção permanente.

Jornal A Voz do Paraná: Como você vê Cascavel hoje e como você pretende entregar o município ao fim do seu mandato?
Paranhos:
Eu acho que nós avançamos e quando eu falo que avançamos é que o momento era de avançar. Eu não estou dizendo que os outros prefeitos não fizeram e eu fiz. Uma cidade é como uma pessoa que se desenvolve, primeiro ela é criança, se torna adolescente, adulto e até virar idosa. Esse é o percurso normal, então, uma cidade nesse momento precisava fazer o que nós fizemos. Se a gente não tivesse tomado, em 2017, a decisão de fazer o aeroporto, nós não faríamos mais, porque depois, aconteceu, por parte da Infraero um desmonte em verbas para fazer aeroportos, porque, hoje, é tudo privatizado e nós conseguimos mais de R$ 60 milhões em investimentos para construir o aeroporto, por meio do governo Federal, do estado e da Itaipu. Se eu dissesse hoje: vamos fazer um aeroporto, eu não conseguiria fazer apenas com o dinheiro do município, então, aquele era o momento de fazer aquilo. Outro ponto era o investimento nos bairros da cidade e não é nem uma crítica, mas a população reclama que todo mundo só queria investir no calçadão e eu precisava redirecionar investimentos nos bairros. Com planejamento, nós fizemos 22 avenidas que eram necessárias. Por exemplo, com a reforma e revitalização da Avenida Tito Mufatto, depois da execução da obra, já foram liberados mais 26 novos alvarás, porque criou-se a condição para a instalação de novos empreendimentos. Eu quero entregar Cascavel melhor do que eu recebi, não porque os outros não fizeram melhor, porque eu tinha que fazer a minha parte. Talvez o que nós vamos ter de legado é ter tido um cardápio horizontal e por ter conseguido chegar próximo de mais pessoas, por exemplo: com os empresários, hoje, nós temos uma facilidade de liberar alvarás para projetos. Esse empresário é uma pessoa que não pode perder tempo e quer ter agilidade e traz recursos, porque ele paga o alvará e o ISQN. Por outro lado, você atende aquelas pessoas que precisam da assistência social. Nós atendemos o município como um todo. Eu quero ser lembrado por isso, como um prefeito que atende a cidade olhando no horizonte e como um todo as ações do município. 

Jornal A Voz do Paraná: Você se sente feliz com o que você está fazendo?
Paranhos:
Muito feliz, eu tinha sonho de ser prefeito e, neste tempo, eu aprendi que o improviso é muito perigoso, então, eu quis ser presidente de bairro, vereador, vice-prefeito e deputado, eu quis me preparar para fazer um bom trabalho. Eu lembro que lá atrás, em 2016, as pessoas falavam: o Paranhos vai ganhar as eleições, mas eu tenho um pouco de medo da gestão, o Paranhos nunca dirigiu uma prefeitura, mas, claro, que no primeiro mandato não se tem experiência, mas antes de assumir eu fui me preparar, fazer faculdade de gestão pública, conhecer outras realidades do Brasil, porque me cobro muito para não frustrar as pessoas. Esse cuidado deu certo. É o mesmo que pegar um carro veloz, você não vai meter o pé no acelerador sem critérios e, graças a Deus, isso deu certo. Eu estou muito feliz.